quarta-feira, maio 25, 2011

[115 / Unsent]

Dear N.
I like you a lot. I see you're still in a relationship with the same person you met about 10 years ago. I’m happy for you both but I hate the fact you totally ignore me nowadays.


Dear G.

It’s nice to have you around after so many years of absence. I can perfectly see you’re not a psychologist and I’m glad about that since your newly developed arrogance is a turn-off, especially when we discuss sensitive stuff and you want to be the teacher on bad things you used to do them yourself.

Dear ?.

You’re a long lost crush. The little tidbits I got to know about you makes me feel sure we have almost nothing in common.

Dear M. (AKA “G.”)

You touched me in the most invisible way, back when you didn’t even realize I existed. Then someone came in between and tried to help, leaving a mess instead. I’m sorry for that, but at the same time I’m glad you got to know you were special to me. Your looks, your mysterious personality & your politeness were a magnet to me and the idealistic image I created of you will be hard to match by anyone in the future. I’m glad we were contemporary. I’ll never forget you.

Dear M.

It took you 8 years to finally open up to me and I’m thankful for that. We seem to drawn into each other more and more. We’ve surely discovered hidden parts of ourselves together and I’m looking forward to see what happens with us in the future.

Dear S.

Those were the most intense 15 days of my life. Then you didn’t handle my slow pace, so you relied on the classness of a cellphone service to notify me about that. I still wonder what I have missed, had I not been so innocent.

Dear J.

You ignited my flame of passion with your wisdom. I thought I finally found someone divine but time quickly made me aware of our incompatible attractions. Had they been compatible and our worlds would still be rocking.

Dear C.

We had the most intense nights and they’ll be forever stuck in my memory. Tecnhology exposed you and you freaked out when you realized you got busted in your lie. Your levels of politeness dropped instantly, and we’re never seeing each other again. (you even triggered this post)

Dear M.

Your professionalism is charming and I’m thankful for the extras my drinks would always have. However I’m afraid looks would not make the cut, since I usually want more than that. Also, I’m sure we have opposite attraction systems.

Dear P.

You’re responsible for THE night of 2010. So summer-ish. So magical. So late hours. So “see you very soon”. So “i’ll call you in a few minutes”. So wrong-sentence-during-the-call, leading to a misinterpretation by you and a consequent final goodbye. I’m sure I’m not like the friends you diss, but you never gave me an opportunity to prove it.

Dear R.

You combine hotness and intelligence and I’m sure I came across as shy while interacting with you in your workplace. I won’t be seeing you as often as I was used to and you’re not even single, so I wish you all the best.

Dear D.

You’re my brand new interest in my long list of failed crushes. After years and years of absence, I just found you online a few weeks ago, and since then I’m addicted to your peculiar way of interaction. You have a rare kind of personality that dangerously keeps me drooling for more. Maybe one day I’ll have the guts to poke you, so you realize I exist.

segunda-feira, setembro 06, 2010

[114 / Do You Even Read Me?]

Será que a tua curiosidade te trouxe até aqui?

quarta-feira, julho 28, 2010

segunda-feira, julho 26, 2010

[112 / Was That For Me?]

Aquele gesto no outro site, foi para mim?
Será isto o acto de agir?
:)

sexta-feira, junho 18, 2010

[111 / The Feeling]

Um misto de curiosidade, excitação, risco, irreverência.
Mas do pouco que se fez, houve reciprocidade.

Tudo à boa moda antiga de 2005/2006/2007. Mesmo com plataformas já consideradas obsoletas.

Como é bom voltar a criar ilusões e viver o sonho enquanto dura.
:)

[110 / Input. Response.]

A nostalgia dos anos que passaram.
O blog que volta a rejuvenescer.

terça-feira, maio 27, 2008

[|| ||| | ||| | || | || Beside You In Time]

A relevância.
A perplexidade.
A ausência.
A subsistência.

A fonte de inspiração que se define temporalmente. Apenas temporalmente.


_ . .
_
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quinta-feira, novembro 01, 2007

[109 / Can Technology Help?]

Eu no meu caminho. Tu no mesmo caminho, seguindo no sentido inverso, evidenciando escassos sinais de ausência de sobriedade. Ambos rodeados pelos respectivos “grupos”.
Cruzamo-nos e a minha atracção faz com que olhe para trás e ainda consiga registar visualmente o teu comportamento mal sucedido.
Tenho pena de não teres chegado a conseguir tocar-me nas costas.

(E espero que leias isto)

[108 / Writing, At Last, Because Of A Beautiful Moment]

Há alturas em que nos perguntamos porque nos encontramos num dado local em determinado momento, quando poderíamos ter enveredado por uma outra opção. Há alturas em que começamos a ter certezas quanto ao erro cometido aquando da nossa escolha entre as várias opções. Há alturas em que o regresso a casa constitui uma confirmação do fracasso das nossas expectativas ilusórias, criadas horas antes. Mas há alturas em que o mais pequeno dos gestos pode inverter toda esta lógica; até mesmo durante o derradeiro momento final.
O próximo post é exemplo disso.

terça-feira, agosto 14, 2007

[107 / No Title For This One]

Às vezes irrito-me com a autonomia das pessoas.

domingo, junho 24, 2007

[106 / Summer Solstice]

Apesar da banalidade das actividades com que, os seres que te podem apreciar, aproveitam o tempo de vida que lhes forneces, és um dos meus dias favoritos do ano.
Personificas o apogeu da existência, nesse teu tão característico rasgo de claridade que se estende nobremente para além dos limites aceitáveis dos costumes radicalmente conservadores de algumas vidas gastas (ou perfeitamente aptas para seguir esse caminho) e vincadas pelo tradicionalismo. Esse teu grito de luz transporta a mensagem de que a vida é um continuum a que não se devem impor os constrangimentos de horários que outrora alguém teve a possibilidade de demarcar para as gerações futuras que não chegou a conhecer.
Todos os anos lhes gritas para abolirem essa construção social. Todos os anos eles não ligam à tua plasticidade, preferindo o seu próprio entorpecimento de saberem o que os espera amanhã, na semana seguinte, nos meses subsequentes e nos anos posteriores.


(Dedicado a todas as pessoas embriagadas pela rotina)

sábado, maio 26, 2007

[105 / Fly Higher, Fall Deeper]

Há segundos no espectro temporal das nossas vidas que podem ser ocupados em actividades emocionais fascinantes.
A nobreza de uma experiência de ponto máximo só pode ser equiparada à glória do momento de lucidez que faz desabar a ilusão e nos leva a encarar a crua realidade em todo o seu esplendor, oferecendo-nos uma viagem gratuita ao mundo da depressão.
São duas versões opostas que implicam os mesmos níveis de actividade intelectual e emocional.

terça-feira, maio 22, 2007

[104 / A Gradual Construction]

Este é o dia no qual começo a desenvolver uma actividade há muito esquecida por mim: seleccionar e ordenar palavras. Um gesto que, talvez num dia longínquo, se possa vir a traduzir num objecto chamado "livro".

terça-feira, maio 08, 2007

[103 / The Broad Span Of The Human Possibilities]

Deste lado da parede de um prédio escreve-se em silêncio no computador.
Do outro lado da parede não.
A infantilidade em corpos adultos deixa-se mostrar.
Bebe álcool.
Faz sons guturais.
Interage com outros seres humanos em estado infantil.
Regorgita palavras de intelectualidade incandescente, alimentando a discussão neo-filosófica existente entre eles: “Ó filha dá putá. Hehehe.”, “Parece um chupa-cabras. Hehehe.”, “Vai pó cárálho, ó filha dá putá”.
Silêncio.
A campainha toca repetidamente.
Silêncio.

A questão da diversidade humana. Uma vez mais.

domingo, maio 06, 2007

[102 / Fallen Arms]

(Parte 1)
Na busca por sermos bons em toda a nossa globalidade, sempre que as conversas se debruçam sobre aspectos em que temos pouca (ou mesmo nenhuma) competência/experiência, ficamos com uma noção das nossas limitações a esse nível.
Mas há falhas que podem ser colmatadas. Outras não.
Ah, como eu gostava de poder participar naturalmente nessas conversas; poder dar contributos pessoais; sentir emoções durante os momentos em que as possibilitam e poder descrevê-las. Ah, como eu gostava de deixar de ser o mero ouvinte com um sorriso que esconde o desejo de passar a ser o orador.
Um mundo desconhecido para mim… E quantas vezes desejei que assim não o fosse… E a esmagadora certeza de que esta será uma constante na minha vida…

É o todo que não pode ignorar a parte. É a parte que controla o todo. É o todo que se submete à parte. É a parte que abate o todo.

(Parte 2)
(Somewhere else)

sexta-feira, abril 20, 2007

[101 / I Want To Be An Expander, Not A Filler]

Há poucos meses tive uma conversa com uma amiga. Ela disse que andava a escrever uma história em co-autoria. Perguntei-lhe qual o tema da história. Tinha a ver com mundos fantásticos. Algo que raramente me desperta o interesse.
Foi com o desenrolar da discussão que obtive um insight quando ela me disse “Para quê escrever sobre este mundo que já conhecemos?”.
Acho que foi nesse momento que comecei a achar que uma pessoa interessante é alguém que tenta construir um novo ponto de vista sobre a realidade a que já nos habituámos. Alguém que explora e aprofunda esse desvio à rotina tão bem preenchida pelas massas. Alguém que procura difundir versões alternativas à banalidade, em vários aspectos das nossas vidas.

quarta-feira, março 21, 2007

[100 / Happiness Enhancer?]

Não me reconheço.
O meu mundo interno e o meu mundo social eram caóticos quando reingressei neste ano lectivo; hoje vejo esses dois mundos revestidos a ouro. O que mais me surpreende é a continuidade temporal que une estas duas perspectivas antagónicas sobre a realidade. Houve uma sequência transformacional tão lógica e progressiva, que só muito recentemente me apercebi do quanto mudei ao longo destes meses. Talvez o principal despoletador do boom se tenha dado nas vésperas da entrada neste ano de 2007, tempo no qual me dediquei a uma introspecção quanto à relevância das minhas interacções com as outras pessoas que me rodeiam. Foi aí que me apercebi que era tempo de me deixar de queixar silenciosamente acerca da superficialidade das conversas que estabelecia com o mundo, guardando exclusivamente para mim os momentos de seriedade profunda. Era a hora de deixar transbordar grande parte dos aspectos parcialmente invisíveis que me compõem.
Olho para o meu passado e vejo diferentes versões de mim, que tiveram o seu tempo de duração. Versões que nem sempre foram adaptativas e me trouxeram sofrimento. Versões que nunca deveriam ter desaparecido, devido aos efeitos benéficos que me proporcionaram. Versões que combinaram detalhes positivos e negativos de outras versões. Versões intencionalmente construídas. Versões impostas externamente. Versões que me obrigaram a aliviar o sofrimento interno, através da escrita (como é estranho ter visto que por vezes era obrigatório recorrer ao pressionar de teclas numa sequência específica de modo a atenuar a situação caótica e auto-destrutiva deste meu mundo interno). Versões que me fizeram sentir feliz (infância, tenho saudades tuas). Versões que me tornaram um mero fantoche na multidão. Versões que me levaram a um local onde nunca vi outro ser humano chegar, e me fizeram ter uma consciência aguda do quão independente eu conseguia ser face à massa populacional. Versões (prolongadas) nas quais eu habitualmente me silenciava/anulava, em prol da manifestação verbal e não-verbal de todas as outras pessoas (essas outras pessoas, ao verem-me sempre calado, partiam do princípio que nada de interessante poderia advir de mim). Versões que me deram a possibilidade de saborear experiências de ponto máximo. Versões recentes nas quais uma mera subida de escadas podia ser uma actividade psicologicamente desgastante (é, e será certamente desgastante para qualquer indivíduo, sempre que um turbilhão complexo de pensamentos o invadir). Versões que me faziam ter consciência do tempo que desperdiçava sem haver nada de relevante para registar nas minhas memórias de auto-realização (ou mesmo de auto-estima). Versões nas quais a proximidade física não tinha associação com a proximidade afectiva.
E eis que me deparo com uma nova versão; uma que deveria ter uma longevidade considerável, dado que concilia bastantes aprendizagens e muitos dos aspectos positivos de versões anteriores. Uma versão que engloba os meus novos insights completamente refrescantes e que me trazem um novo ponto de vista nesta habitual observação do mundo. Subscrevo agora uma visão compreensiva, diferente daquela que já tinha adquirido. Talvez seja uma visão compreensiva mais sofisticada, que analisa apaixonadamente a infinidade de possibilidades humanas. É bom ver que certas competências que eu pensei que estivessem já aniquiladas, afinal ainda sobrevivem dentro de mim.
São vários os insights que me assolaram ao longo dos últimos tempos, provenientes da minha presença nas aulas e da observação de comportamentos:
_ especificidades nos conteúdos aprendidos em Psicologia da Aprendizagem;
_ especificidades nos conteúdos aprendidos em Introdução às Neurociências I;
_ especificidades nos conteúdos aprendidos em Genética e Evolução;
_ especificidades nos conteúdos aprendidos noutras cadeiras que frequentei
(talvez com menor intensidade);
_ globalidade procurada por cada indivíduo;
_ tempo dispendido em enriquecimento pessoal;
_ inteligência afectiva e inteligência de auto-estima;
_ minimização da alteridade e consequente reformulação da interacção com outras pessoas;
_ seres humanos como portadores de um sistema de crenças modificáveis
.

Explicar o contributo de cada um destes insights seria um grande desafio, e talvez um dia eles venham a ser tema de futuros posts. Uma conversa produtiva acerca destes assuntos seria igualmente enriquecedora e teria a vantagem da interactividade em tempo real.
É a integração de todos estes insights que me está a transportar até uma posição muito específica. Um ponto nunca atingido por mim antes. A exploração de uma multiplicidade de histórias de vida com validade equitativa tem agora novos contornos. Espero conseguir manter-me assim durante muito tempo. Espero resistir ao cinzento da estrutura quotidiana (porque apesar de eu ter mudado, o mundo parece estar igual; será uma questão de tempo até voltar a ser confrontado com a discrepância entre a fluidez da minha modificação interna e a lentidão da modificação externa).
E a questão fulcral: porque é que só ao fim de vinte e dois anos é que finalmente consegui chegar a este estado?

[99 / Question & Answer]

Outra pergunta interessante formulada pela Alanis, este mês:
If you could say one thing and the whole planet would be listening, what would you say?”.

A resposta que enviei:
"I would say: 'don’t ever silence a compliment you really want to give to someone as they will be glad to know you have a positive opinion on something about them; a new compliment is never too much'”.

[-- / Heard Quotes (To Be Filled From Time To Time)]

“A paixão consome-nos muita energia. É por isso que não conseguimos estar permanentemente apaixonados.”
(Professor de Psicologia da Aprendizagem)

“Uma pessoa com personalidade narcísica sente-se invulnerável.”
(Professor de Psicologia da Personalidade)

"O grave problema é quando uma pessoa com sintomas de personalidade narcísica de repente se apercebe que é tudo menos invulnerável. Aí, desperta-se-lhe o caos interno e o modo de auto-destruição.”
(João Gil Martins)

"Por vezes temos aprendizagens implícitas que nada têm a ver com as aprendizagens objectivas de quem nos ensina naquele momento."
(Professor de Psicologia da Atenção e Memória)

“Há pessoas nesta sala que são certamente sobreviventes de diversas situações de risco."
(Professora de Impacto Psicológico da Adversidade)

"As pessoas são diferentes. As relações que daí resultam também são diferentes. É por isso que o colorido é diferente quando temos um novo relacionamento com outra pessoa.”
(Professora de Intervenção Individual 2)

"Amamos uma pessoa de cada vez, mas várias ao longo da vida... São monogamias sucessivas."
(Professor de Sociologia da Saúde)

"Só nos matamos uns aos outros em teoria. Se nos matassemos na prática, já não haveria pessoas no mundo."
(Encenador do curso de introdução às técnicas teatrais)

"A vergonha é uma emoção altamente destrutiva."
(Professora de Impacto Psicológico da Adversidade)

"As nossas vidas não são um filme... ...yo!... Baza. Vai para casa. Baza, vai para casa."
(Professor já citado)

"Há mortes mais serenas que determinados processos de vida."
(Professora Clara Oliveira, oradora de uma conferência sobre "Vida, Sofrimento e Morte")

"A morte só é desejada por reforço negativo: ela acaba com o sofrimento."
(Professora de Psicopatologia do Adulto)

"Todas as relações são estáveis... enquanto duram."
(Professor José Cruz, orador de uma tertúlia sobre "Sexo e Desporto")

"Adaptação promove adaptação. Desadaptação promove desadaptação."
(Professora de Prevenção em Saúde Mental)

"Jogamos a lotaria dos genes e temos de acomodar-nos com o que vem."
(Professor de Intervenção Organizacional)

"A credibilidade ganha-se por aquilo que alguém é."
(Professora de Psicopatologia do Adulto)

"Fazemos o melhor que podemos num dado momento, mas por vezes até esse melhor é muito mau."
(Professora de Psicopatologia do Adulto)

"As pessoas escondem parte dos seus problemas por não saberem se nós somos dignos de ser o depósito deles."
(Professora de Psicopatologia do Adulto)

"Aparecemos na vida uns dos outros por acaso."
(Professora de Psicopatologia da Criança e do Adolescente)

"Temos de ter cuidado com quem casamos, até porque pode ser algo para toda a vida..."
(Professora de Psicopatologia da Criança e do Adolescente)

sábado, março 03, 2007

[98 / Save Your Love For Someone Who Can Share It Back]

Uma pequena nota para mim (talvez assim não volte a esquecê-la): não voltes a apaixonar-te pelas pessoas certas que não o são em aspectos fulcrais.